Esta entidade é um tipo de espírito considerado guardião, justamente por ele ser encarregado de guardar e proteger tudo o que está fechado: caminhos, segredos, portas. Tem o poder de abrir os caminhos das pessoas que o procuram, e também pode fechar as portas, caminhos, destinos daqueles que o desagradam, por isto exige muito respeito ao se direcionar a este Exú. Nas giras ele costuma ser muito arredio, fala pouco, mas é um excelente ouvinte: dizendo sempre a verdade, e não o que necessariamente o consulente quer escutar.
Senhor Sete Porteiras domina as sete fronteiras, tem como poder de abrir ou fechar suas portas, caminhos ou destinos. Tem também a força de guardar os sete portais astrais, fazendo companhia a mais seis Exús guardiões com essa finalidade.
Muitos ensinam que o Senhor Sete Porteiras apenas toma conta das portas das Calungas Pequenas (cemitérios), porém como o próprio nome diz, a palavra “porteira” refere-se a porta ou passagem. E assim, o Exú Sete Porteiras cuida de diversas passagens, portas ou portais nos planos espirituais. Podemos definir que ele é o intermediário entre dois planos, sejam eles espirituais ou terrenos.
🎵 PONTO CANTADO 🎵
Portão de ferro cadeado de madeira (2x)
Seu Exú toma conta, Exu presta conta, Seu Exu olha a nossa porteira (2x).
Ponto cantado para Exu Sete Porteiras
🎶 Cadê a chave, do Seu Sete Porteiras (X2)
Ele precisa passar, ele é Seu Sete Porteiras (X2) 🎶
🎶 Cheguei cheguei pra trabalhar
Cheguei cheguei pra ajudar🎶
🎶 Eu não como, eu não bebo, eu não durmo,
enquanto esses filhos não curar (X2)
Vou abrir a porteira, vou abrir pra ele passar 🎶
🎶 Seu Sete Porteiras é curadô e veio pra nos ajudar (X2)
Cheguei cheguei pra trabalhar🎶
🎶 Cheguei cheguei pra ajudar
Eu não como, eu não bebo, eu não durmo,
enquanto esses filhos não curar (X2)🎶
🎶 Vou abrir a porteira, vou abrir pra ele passar
Seu Sete Porteiras é curadô e veio pra nos ajudar (X2) 🎶
Ponto riscado.
Trabalho prático de magia para Exu Sete Porteiras abrir os caminhos da sua vida, do seu comércio e trazer abundância, prosperidades e lucros
Esta magia é voltada ao Exu Sete Porteiras.
Elementos necessários:
✓ Um saco de pano grande e branco
✓ Sete folhas de louro
✓ Sete ímãs
✓ Sete moedas
✓ Um copo de farinha de mandioca branca
✓ Um copo de açúcar
✓ Um copo de fubá
✓ Um copo de pó de café
✓ Um copo de feijão-branco
✓ Um copo de feijão-preto
✓ Um copo de milho de pipoca
✓ Um copo de milho vermelho
✓ Um copo de arroz com casca
✓ Duas colheres de sopa de mel
✓ Duas colheres de sopa de melado
✓ Três colheres de sopa de sal
✓ Duas colheres de sopa de azeite de oliva.
MODO DE PREPARO – misture todos os ingredientes num recipiente grande e coloque dentro do saco. Passe, simbolicamente, o saco pelo corpo, de baixo para cima, pedindo a Exu Sete Porteiras que aquele seja o “saco da fartura, e da prosperidade” de sua vida, de sua casa, de seu comércio. Pendure-o num galho de árvore, em um local alto, e continue chamando pelo Exu. Leve algumas moedas, passe-as pelo corpo de baixo para cima e coloque no pé da árvore, ofertando aos senhores das florestas. Procure renovar este presente todo ano.
Trabalho prático de magia para afastar um parente ou amigo das bebidas e das drogas
Esta magia é voltada ao Exu Sete Porteiras.
Elementos necessários:
✓ Um prato grande
✓ Uma corvina média bem fresquinha e bem firme
✓ Azeite de oliva
✓ Rodelas de tomate, de cebola e de pimentão
✓ Folhas de alface
✓ Vinho tinto.
MODO DE PREPARO – lave bem o peixe, sem escamar e sem retirar as vísceras. Coloque numa panela grande um pouco de azeite, o tomate, a cebola, o pimentão e uma pitadinha bem pequena de sal. Deixe fritar levemente e acrescente o peixe. Dê um cozimento rápido, sem deixar o peixe quebrar ou desmanchar. Forre o prato com folhas de alface e bem lavadas e coloque o peixe, com cuidado. Deixe esfriar e ofereça em uma encruzilhada bem aberta, para Exu Sete Porteiras. Ou, se possível, entregar perto de porteira, que é o local predileto preferido por Exu Sete Porteiras. Borrife em volta do presente um pouco do vinho no peixe e coloque o restante em volta do presente.
Faça seus pedidos com fé e amor que, temos certeza de que seu amigo/parente ou alguém que ama se livrará destes vícios tão amargos.
Influências literárias na Kimbanda
A Kimbanda é uma tradição que frequentemente se torna alvo de polêmicas entre sacerdotes e praticantes das matrizes afro-brasileiras, sobretudo em relação às suas práticas e origens. No entanto, é impossível ignorar o quanto determinadas interpretações sobre ela foram moldadas pela literatura brasileira ao longo do século XX. Esta matéria busca esclarecer alguns pontos históricos e refletir sobre até que ponto a imagem popular da Kimbanda corresponde, de fato, à sua realidade.
Texto • Prof. Eduardo Henrique Costa
Começando pelo nome
Kimbanda e Umbanda possuem diferenças em suas práticas e estruturas religiosas, mas compartilham um princípio essencial: a busca pela cura e pelo equilíbrio espiritual. A própria palavra “Kimbanda” está historicamente associada à figura do curandeiro, do sacerdote que trabalha com práticas espirituais voltadas ao cuidado da comunidade.
Na Umbanda, esse mesmo princípio é facilmente observado dentro dos terreiros. Defumações, passes espirituais, benzimentos e trabalhos energéticos possuem como finalidade restaurar a harmonia física, emocional e espiritual. Em muitos aspectos, tais práticas se aproximam de conceitos presentes em terapias energéticas modernas, como o Reiki, por exemplo.
Apesar dessa riqueza simbólica e espiritual, a Kimbanda acabou sendo conhecida mundialmente, de maneira equivocada, como um “culto de magia negra”. A definição carrega uma ideia automática de maldade e destruição, algo que não se sustenta quando observamos a prática cotidiana dentro dos terreiros.
Se a Kimbanda fosse essencialmente maléfica, por que nela também existem caboclos, pretos-velhos e entidades voltadas à cura? Como explicar relatos de Exus auxiliando pessoas em enfermidades, conflitos familiares e desequilíbrios espirituais?
A separação radical entre Umbanda e Kimbanda nasceu muito mais de construções sociais e morais do que de fundamentos espirituais. Com o passar do tempo, consolidou-se a ideia de que um umbandista não poderia ser também um kimbandeiro, como se fosse impossível transitar entre diferentes formas de espiritualidade sem cair em uma divisão simplista entre “bem” e “mal”.
Esse pensamento, no entanto, ignora um ponto fundamental: tradições religiosas não são responsáveis pelo caráter individual de seus praticantes. A existência de pessoas mal-intencionadas não transforma automaticamente uma religião em algo perverso — da mesma forma que códigos morais elevados jamais impediram completamente a existência de indivíduos de má conduta em outras religiões.
A chamada “guerra entre o bem e o mal” reflete muito mais disputas humanas, ego e arrogância do que qualquer conflito espiritual real. A ideia de que entidades da Umbanda “lutam” contra entidades da Kimbanda demonstra desconhecimento sobre a complexidade das religiões afro-brasileiras. Em qualquer tradição voltada à cura espiritual, podem existir práticas de caridade, acolhimento e auxílio; tudo depende muito mais da consciência do praticante do que da linha espiritual em si.
“Olha a macumba aí!”
Para compreender os primeiros conceitos ligados às religiões afro-brasileiras, é necessário citar uma figura fundamental: Arthur Ramos.
Arthur Ramos (1903 à 1949).
Médico psiquiatra, antropólogo e um dos pioneiros no uso da psicanálise para investigar a cultura brasileira, Arthur Ramos realizou estudos detalhados sobre a chamada “macumba”. Em suas pesquisas de campo, observou que não existia apenas uma única prática religiosa, mas diversas linhas e manifestações espirituais, entre elas a Umbanda e a Kimbanda.
Nesse contexto, torna-se importante compreender que “macumba” não era originalmente um termo associado à maldade. Tratava-se de uma designação genérica utilizada para diferentes rituais religiosos praticados por africanos escravizados, seus descendentes e comunidades negras urbanas.
Essas práticas possuíam elementos em comum: estados de transe, danças, cantos, instrumentos musicais, palmas e rituais coletivos voltados à cura física, psicológica e espiritual. O elemento catártico sempre esteve profundamente presente nessas tradições.
Com o tempo, porém, ocorreu uma transformação significativa. À medida que a Umbanda começava a se estruturar como religião organizada, setores da classe média passaram a exercer forte influência sobre ela. Muitos desses grupos buscavam afastar a religião de tudo aquilo que pudesse ser visto como “primitivo” ou excessivamente africano aos olhos da sociedade cristã da época.
Foi nesse contexto que surgiram frases emblemáticas como: “A Umbanda pratica o bem e a Kimbanda pratica o mal”.
Essa separação serviu, em grande medida, para tornar a Umbanda mais aceita socialmente, aproximando-a de elementos do cristianismo e do espiritismo kardecista, ambos muito mais bem vistos pelas elites urbanas brasileiras. Enquanto isso, a Kimbanda permaneceu associada aos aspectos considerados “densos”, “afrontosos” ou “perigosos”.
A Umbanda reduziu gradativamente o espaço dedicado ao culto de Exus e Pombagiras, enquanto a Kimbanda aprofundou essas práticas. Isso, porém, não significa que a Kimbanda tenha permanecido totalmente livre de influências europeias e cristãs. Pelo contrário: parte das interpretações demonizantes sobre Exu surgiu justamente desse contato cultural.
Também é impossível ignorar a dimensão racial presente nesse processo. Durante muito tempo, a ideia de “bem” esteve associada à branquitude, enquanto tudo aquilo ligado ao negro era visto como perigoso, demoníaco ou inferior.
Basta observar imagens religiosas comercializadas até hoje em algumas lojas de artigos espirituais: divindades africanas frequentemente aparecem embranquecidas. O próprio imaginário popular cristão reforçou a ideia do “santo europeu”, de pele clara e cabelos suaves, enquanto figuras negras eram associadas ao mal.
Diferentemente da Umbanda, a Kimbanda resistiu mais intensamente às pressões cristãs. Por isso, até hoje é frequentemente tratada como algo obscuro ou demoníaco — muitas vezes chamada simplesmente de “linha de esquerda”.
Entretanto, conceitos como “direita” e “esquerda” não são leis espirituais absolutas. São classificações humanas. Um preto-velho pode atuar tanto na chamada direita quanto na esquerda, dependendo da tradição e da interpretação adotada pelo terreiro.
Essa lógica de divisão também influenciou outras manifestações religiosas brasileiras, como o Catimbó e a Jurema Sagrada, além de tradições com influências xamânicas que passaram a ser classificadas como “de direita” ou “de esquerda” conforme se aproximavam ou se afastavam do cristianismo.
Para visualizar em um melhor tamanho, clique em cima da imagem.
Disponível em: Google. Acesso: 7/10/2023.
A construção literária da “Kimbanda do mal”
Expressões populares como “se a macumba fosse boa, não teria esse nome” revelam muito mais desconhecimento histórico e linguístico do que qualquer análise séria sobre as religiões afro-brasileiras.
Mas afinal: quem ajudou a consolidar a ideia da Kimbanda como prática maléfica?
Imagem: Extraida da internet. Conteúdo do ano de 1941.
Segundo diversos estudos, um dos principais nomes nesse processo foi Lourenço Braga. Em 1941, durante o Primeiro Congresso Espírita de Umbanda, Braga apresentou a ideia de que os trabalhos benéficos pertenciam à Umbanda, enquanto os maléficos estariam ligados à Kimbanda.
No ano seguinte, publicou o livro Umbanda (Magia Branca) e Quimbanda (Magia Negra), obra que se tornou uma das principais responsáveis pela popularização dessa divisão moral entre “bem” e “mal”.
Antes dele, o autor Noel de Souza já utilizava conceitos semelhantes em textos jornalísticos sobre as “sete linhas da Umbanda”, por volta de 1938.
Livro de Lourenço Braga.
O problema é que essas interpretações acabaram reduzindo tradições extremamente complexas a categorias simplistas e moralistas.
Na prática, o que muitos autores da época criticavam não era necessariamente a espiritualidade em si, mas o fato de determinados frequentadores procurarem os terreiros para resolver questões materiais, amorosas ou financeiras.
Exu, diabo e o imaginário cristão
Outro nome decisivo nesse processo foi Aluizio Fontenelle, autor do livro Exu, publicado em 1952.
Na obra, Fontenelle comparava entidades cultuadas na Kimbanda aos espíritos da Goetia e associava Exu diretamente à figura cristã do Diabo: um ser com chifres, rabo e natureza maligna.
Livro lançado pela editora Espiritualista no ano de 1975.
Além disso, negava até mesmo a origem africana da palavra “Exu”, criando teorias sem fundamento histórico ou linguístico. Algumas dessas ideias afirmavam que o nome teria origem em idiomas bíblicos secretos ou em línguas supostamente divinas.
Infelizmente, muitas dessas teorias continuam circulando até hoje.
Em 2018, durante uma conversa com um homem que se apresentava como “mestre em Kimbanda”, ouvi a afirmação de que “Exu” estaria presente nas escrituras hebraicas. Como pesquisador da língua hebraica, estranhei imediatamente a declaração, já que não existe qualquer base acadêmica séria para essa associação.
Grande parte dessas interpretações nasceu justamente da mistura entre misticismo popular, demonologia cristã e desconhecimento das raízes africanas das religiões afro-brasileiras.
O resultado foi a consolidação de um imaginário no qual muitos passaram a acreditar que cultuavam literalmente o Diabo dentro da macumba.
Isso não significa condenar aqueles que cultuam figuras associadas ao satanismo ou ao luciferianismo. A questão central aqui é compreender historicamente como determinadas ideias foram incorporadas à Kimbanda ao longo do tempo.
O preconceito racial também permanece profundamente ligado a essas construções simbólicas. Não por acaso, personagens negros do folclore brasileiro, como o Saci-Pererê, frequentemente foram associados ao Diabo no imaginário popular.
Sincretismo, identidade e confusão religiosa
Fontenelle chegou a afirmar que Exu seria o responsável pelo pecado original de Adão e Eva, além de relacionar entidades da Kimbanda à rebelião de Lúcifer. Essas ideias influenciaram diversos autores posteriores e estimularam o sincretismo entre Exus e daimons da Goetia.
No entanto, afirmar que Exu é um demônio é tão reducionista quanto dizer que Ogum é literalmente São Jorge. São aproximações simbólicas, não equivalências absolutas.
O sincretismo, por si só, não é necessariamente negativo. O problema surge quando diferentes tradições passam a ser tratadas como se fossem exatamente a mesma coisa, apagando suas origens culturais e espirituais.
E quanto à chamada “Kimbanda Luciferiana”?
A palavra “Lúcifer”, em sua origem latina, significa simplesmente “portador da luz”. Em diferentes épocas e culturas, o termo foi utilizado de maneiras variadas, inclusive como nome próprio.
Muitas vezes, conceitos relativamente simples acabam sendo envoltos em mistificações exageradas, alimentadas pelo medo, pelo preconceito e pela desinformação.
Conclusão
A história da Kimbanda mostra que grande parte de sua reputação negativa não nasceu necessariamente de suas práticas originais, mas das interpretações construídas por autores, setores religiosos e visões racistas da sociedade brasileira ao longo do século XX.
Mais do que uma discussão sobre “bem” e “mal”, o debate revela disputas culturais, raciais e religiosas profundamente enraizadas na formação do Brasil.
Entender a Kimbanda exige ir além dos estereótipos. Exige pesquisa, contextualização histórica e, acima de tudo, disposição para compreender tradições afro-brasileiras sem reduzi-las a caricaturas criadas pelo medo ou pela intolerância.
Trabalho prático com Exu Sete Porteiras para abrir os caminhos e ajudar a conseguir um emprego
Este feitiço é voltado ao Exu Sete Porteiras.
Elementos necessários:
✓ Um alguidar médio
✓ Um pedaço de morim
✓ Farinha de mandioca
✓ Um charuto
✓ Uma cachaça de boa qualidade
✓ Uma vela branca e vermelha
✓ Uma maçã verde
✓ Sete chaves de cera
✓ Azeite de oliva.
MODO DE PREPARO – misture com as pontas dos dedos a farinha e o azeite, fazendo uma farofa um pouco úmida. Forre o alguidar com o pano e coloque a farofa dentro. Lave e seque a maçã, corte em rodelas enfeitando a farofa a seu gosto. Passe as chaves pelo seu corpo, de baixo para cima, e ponha em cima do presente. Leve-o para um campo aberto, bem bonito, se possível próximo a uma porteira ou a um portão. Acenda a vela d o charuto, fazendo seus pedidos e oferecendo a Exu Sete Porteiras. Borrife um pouco de cachaça no presente e jogue o restante ao redor.
Trabalho prático de magia para afastar tristeza, melancolia e solidão
Este feitiço é voltado ao Exu Sete Facadas.
Elementos necessários:
✓ Um alguidar médio
✓ Charuto
✓ Folhas de alface
✓ Farinha de mandioca
✓ Sete espetos para churrasquinho
✓ Um pedaço de bacon
✓ Sete pedaços de linguiça
✓ Sete pedaços pequenos de carne bovina
✓ Sete cebolas, pequenas, descascadas
✓ Pimentão verde
✓ Azeite de oliva
✓ Whisky.
MODO DE PREPARO – lave o alguidar com um pouco de bebida alcoólica e espere secar. Enfeite o alguidar com as folhas de alface e coloque no centro uma farofa feita com as mãos , misturando a farinha, um pouquinho de sal e pedacinhos de bacon. Faça sete espetinhos com um pedaço de carne bovina, bacon e linguiça. Frite ou prepare na brasa, deixando malpassado. Coloque as cebolas na farofa e finque em cada cebola um espetinho. Em volta coloque rodelas de pimentão verde, enfeitando com os ramos de trigo, para prosperidade, e regue com um pouco de azeite. Leve a uma encruzilhada de terra, borrife como whisky, acenda o charuto e faça seus pedidos a Exu Sete Facadas.
OBSERVAÇÕES: Diversas destas oferendas para Exu Sete Facadas, é um pouco parecida com as que são ofertadas para os Malandros.
Trabalho prático de magia para não deixar faltar o alimento na sua mesa, ajudar no sustento de sua família
Este feitiço é pertencente ao Exu Sete Facadas.
Elementos necessários:
✓ Um prato bonito e colorido
✓ Azeite de oliva
✓ Vinagre
✓ Fatias de bacon frito
✓ Jiló
✓ Salsa picadinha
✓ Tomate
✓ Cebola
✓ Pimentão
✓ Azeitonas verdes.
MODO DE PREPARO – cozinhe o jiló inteiro em água e uma pitadinha de sal. Retire do fogo e coloque no prato, enfeitando com as fatias de bacon fritas e a salsa picada. Leve para uma encruzilhada ou para uma estrada longa. Coloque ao lado do prato uma vasilha com molho à campanha feito com tomate, cebola, pimentão e azeitonas picadas, misturadas com uma pitadinha de sal, vinagre e azeite. Peça com fé e ofereça ao Senhor Sete Facadas.
Trabalho prático de magia para trazer força, segurança e proteção em suas viagens e também no seu dia a dia
Este feitiço é ligado ao Exu Sete Facadas
Elementos necessários:
✓ Um alguidar médio
✓ Um pedaço de pano vermelho de boa
qualidade
✓ Farinha de mandioca, grossa, crua
✓ Duas cebolas
✓ Um pedaço de bacon
✓ Azeitonas pretas e verdes
✓ Um peixe pargo, vermelho, cioba ou corvina
✓ Folhas de couve
✓ Uma vela preta e vermelha
✓ Charuto
✓ Vermute.
MODO DE PREPARO – lave a parte de dentro do alguidar, com um pouco de bebida alcoólica e espere secar. Forre o alguidar com o pano vermelho. Leve ao fogo o azeite e o bacon e deixe fritar um pouco. Acrescente a farinha, mexa bem, coloque rodelas grossas de cebolas e as azeitonas. Deixe esfriar e ponha no alguidar. Lave o peixe, sem abrir ou escamar, e dê um cozimento rápido com azeite, sem mexer, para não quebrar ou ferir o peixe. Retire com cuidado e ponha no centro da farofa, na horizontal. Enfeite com as folhas de couve, nas laterais. Leve para uma encruzilhada de terra, afastada do perímetro urbano, acenda a vela e o charuto, fazendo seus pedidos a Exu Sete Facadas. Coloque um pouco de vermute no presente e regue ao redor com o restante da bebida, sempre fazendo seus pedidos, com muita fé.
Trabalho prático de magia para trazer sorte, sucesso e movimento ao seu comércio
Este feitiço é voltado ao Exu Sete Facadas.
Elementos necessários:
✓ Um alguidar médio
✓ Charuto
✓ Whisky
✓ Um pedaço de pano preto
✓ Um pedaço de pano vermelho
✓ Folhas de alface
✓ Um frango assado recheado com farofa de bacon
✓ Sete faquinhas, pequenas, de cabo branco (de preferência de madeira)
✓ Azeitonas verdes e pretas
✓ Fatias de presunto.
MODO DE PREPARO – lave o alguidar com um pouco de whisky e espere secar. Forre o alguidarcom o pano preto e vermelho por cima, em formato de X. Coloque o frango no centro, enterre as faquinhas no frango, enfeite com as azeitonas e ponha em volta as fatias de presunto, arrumando tudo muito bem, pois Exu Sete Facadas é muito rigoroso em suas oferendas; ele gosta de refinamento de requinte. Leve para uma encruzilhada em uma estrada longa de terra, que leve para locais prósperos. Ponha em uma das esquinas, regue com um pouco de Whisky, se quiser tome também um gole e jogue o restante em volta do presente, acenda o charuto e faça seus pedidos.
Trabalho prático de magia com Exu Cainana para clarear e trazer ajuda em problemas de saúde
Este feitiço é voltado ao Exu Cainana.
👉 Elementos necessários:
✓ Um alguidar médio
✓ Vinho branco
✓ Um charuto
✓ Uma vela azul
✓ Azeitonas verdes
✓ Uma cebola grande
✓ Miúdos de frango bem lavados
✓ Óleo de amêndoas
✓ Azeite de oliva.
👉 MODO DE PREPARO – faça com as pontas dos dedos uma farofa úmida, misturando a farinha, o azeite e o óleo de amêndoas. Coloque no alguidar. Em uma panela, doure a cebola, ralada ou bem-picada, no azeite. A seguir, acrescente os miúdos e deixe os miúdos e deixe dar um rápido cozimento, ficando bem sequinho. Depois, coloque em cima da farofa e enfeite ao redor com azeitonas verdes.
Entregue numa encruzilhada ou numa estrada de terra e faça seus pedidos. Acenda a vela e o charuto e despeje o vinho em volta do presente, chamando por Exu Cainana pedindo a sua ajuda.